acervo CBVM
As Olimpíadas de 2016 irão trazer ao Rio de Janeiro vários benefícios em diversas áreas do nosso Estado, tanto na economia quanto na segurança, mas, principalmente, no nosso meio ambiente. Para que algumas competições sejam realizadas, serão necessárias despoluições e reflorestamentos. Falo mais especificamente do iatismo que nos beneficiará com a despoluição da Baía de Guanabara conforme foi contado na primeira matéria desse blog.
O iatismo nasceu na Holanda em meados do século XVII, foi instituído como modalidade esportiva na Inglaterra pelo rei Carlos II em 1860, após uma aposta com seu irmão, o duque de York, sobre qual barco seria o mais rápido. A primeira regata foi realizada na Irlanda no que é hoje o Royal Cork Yacht Club.
No Brasil, a modalidade foi inserida pelos europeus no século XIV e o primeiro clube foi fundado em 1906, o Iate Clube Brasileiro do Rio de Janeiro.
No iatismo, os barcos são divididos em classes conforme o formato, as especificações técnicas e o número de tripulantes, existem a Finn, 470, soling, tornado,Europa, prancha-vela, star e laser.
As mais conhecidas dos brasileiros são a laser e a star onde temos Robert Scheidt e Bruno Prada e na classe 470 com Fernanda Oliveira e Isabel Swan, pois nos deram medalhas na última edição das olimpíadas em Pequim no ano de 2008.
A expectativa é que com o desenvolvimento do esporte no país e o incentivo da primeira olimpíada em terras tupiniquins a participação dos atletas nacionais seja mais efetiva e com mais chances de medalhas.
Pelo menos uma grande medalha de ouro nós ganharemos, que será a nossa tão querida e famosa baía de Guanabara despoluída e melhor qualidade de vida para o carioca além de um belo ponto turístico para os forasteiros.
Marcos Goulart
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