segunda-feira, 23 de novembro de 2009

A poluição que se escuta - Educação Ambiental

Intenso fluxo de carros, buzinas, diversas pessoas falando ao mesmo tempo, barulho. Essa é uma cena típica dos grandes centros urbanos. Além da poluição causada pela fumaça dos veículos, som das indústrias e do lixo espalhado pelas ruas, ainda temos que conviver com a poluição sonora. Acredito que pelo menos, uma vez na vida, o ouvido de alguém já pediu socorro, pois a todo o momento somos bombardeados por sons indesejáveis vindo de todas as direções.
A alteração na condição normal de audição no ambiente gera a poluição sonora. Muitas pessoas simplesmente desconhecem os danos que esse tipo de poluição pode causar à saúde dos cidadãos. A surdez, sem dúvidas, é o efeito negativo mais conhecido, no entanto há outros, como: Insônia, depressão, dores de cabeça, agressividade, gastrite e úlcera.
Segundo a OMS o som ideal deve atingir até 50 decibéis. Para se ter uma idéia dessa medida, podemos citar os decibéis de uma conversa relativamente tranqüila, esta atinge de 40 a 50 decibéis. Ou seja, para se chegar a um ruído indesejado não é preciso fazer muito esforço.
Para se evitar problemas, a curto ou longo prazo, devido ao volume exagerado dos ruídos é importante atentarmos para o som do nosso MP3, o ideal é que ele seja baixo, manter o tom de voz equilibrado e nada de ficar colado nas caixas de sons dos shows de sua banda favorita. Agora, o único “barulho” que você pode usar e abusar é o som que vem da natureza, esse sim funciona como um calmante para os nossos ouvidos.


Fernanda Alencar

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